1. Analise o gráfico.
De acordo com esse gráfico, a geração de energia elétrica no
Brasil é mais dependente da(do):
A) matriz de petróleo, que assegura o funcionamento das usinas.
B) intensidade dos ventos, que determina o movimento das
turbinas.
C) padrão de nebulosidade, que interfere no desempenho dos
painéis.
D) regime de chuvas, que condiciona o abastecimento dos reservatórios.
2. As exportações brasileiras de carne bovina dão sinais de que – em
meio à queda acentuada registrada nas vendas para os Estados
Unidos, devido à sobretaxa imposta pelo presidente Donald
Trump – já estão migrando para outros destinos. A principal
evidência desse movimento vem do México, que, até o ano
passado, sequer figurava na lista dos dez maiores importadores
da carne brasileira. Esse país acaba de ultrapassar as compras
feitas pelos Estados Unidos, ficando em segundo lugar do
ranking, só atrás da China, que também segue em expansão.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/mexico-desbanca-eua-eja-e-segundo-maior-comprador-de-carne-brasileira.shtml Acesso em 25 ago. 2025. (adaptado).
A mudança nos fluxos comerciais descrita nesse texto reforça a
A) subordinação dos países periféricos, evidenciando sua submissão
às economias centrais.
B) consolidação de barreiras sanitárias, limitando a efetivação de
acordos bilaterais de comércio.
C) redução do protecionismo comercial, indicando a suspensão de
tarifas pelos países desenvolvidos.
D) cooperação de países emergentes, reduzindo suas
vulnerabilidades às ameaças comerciais externas.
3. Analise a figura.
IBGE.
Os dados apresentados na figura revelam que, no Brasil, nos últimos anos, tem ocorrido a
A) redução do fenômeno da verticalização nos espaços urbanos.
B) ampliação do comprometimento da renda com domicílio
no país.
C) erradicação de espaços habitacionais irregulares nas
cidades.
D) diminuição do quantitativo de unidades domiciliares ao longo
do tempo.
4. Nas últimas décadas, principalmente após a crise financeira de
2008, tornou-se evidente a limitação do modelo de globalização
econômica baseada na financeirização e na desindustrialização
acelerada. A pandemia da Covid-19, a emergência climática e os
choques nas cadeias globais de valor reforçaram a centralidade do
Estado e do planejamento estratégico para garantir a resiliência,
a segurança produtiva e o bem-estar coletivo. O retorno da
política industrial ao centro do debate internacional – por meio
de estratégias nacionais como a Lei de Redução da Inflação (2022)
dos Estados Unidos, os programas industriais da União Europeia
e o modelo chinês de Estado desenvolvimentista – expressa essa
nova fase do capitalismo global, mais orientada por interesses
geopolíticos.
FREDDO, D.; ROVENTINI, A.; BARROS, P. S. O tempo da política industrial no mundo. Revista Tempo do Mundo, IPEA: Brasília, n. 36, dez. 2024. (adaptado)
De acordo com o texto, a nova fase do capitalismo global utiliza a
A) elevação tarifária como uma estratégia para liberalização
comercial.
B) desregulamentação ambiental como condição para comercialização mundial.
C) reorganização produtiva como um instrumento para desenvolvimento econômico.
D) padronização das condições de trabalho como ferramenta
para maximização de lucros.
5. As imagens a seguir referem-se a dois biomas localizados no
hemisfério sul do Brasil.
Os gráficos que representam as características climáticas das
regiões dos biomas I e II são, respectivamente:
7. Analise a figura.
Conforme a figura, a ocupação do espaço agrário amazônico
tem-se caracterizado predominantemente pela
A) adoção do sistema agroflorestal de cultivos intercalados.
B) expansão de práticas redutoras da biodiversidade regional.
C) ampliação de áreas agrícolas com produção de base familiar.
D) manutenção do baixo Coeficiente de Gini fundiário na região.
GABARITO:
1. D 2. D 3. B 4. C 5. A 6. B
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