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sábado, 15 de outubro de 2011

Notícias Geografia Hoje



Epidemia de Aids avança no Oriente Médio e Norte da África
Reuters/Brasil Online

Por Kate Kelland
LONDRES (Reuters) - A epidemia de HIV/Aids tem avançado entre homens homossexuais e bissexuais no Oriente Médio e Norte da África, disseram pesquisadores na terça-feira, alertando contra a disseminação dos comportamentos de risco na região.
No primeiro estudo do gênero nessa área, onde a homossexualidade e a bissexualidade são tabus, pesquisadores da Faculdade de Medicina Weill Cornell, do Catar, notaram que a epidemia está fortemente concentrada em determinados grupos -com incidência superior a 5 por cento- em países como Egito, Sudão, Paquistão e Tunísia.
Numa amostra no Paquistão, a contaminação pelo vírus da Aids chegava a 28 por cento, de acordo com o estudo publicado na revista Public Library of Science (PLoS) Medicine.
Os pesquisadores salientaram a necessidade de maior acesso a exames, prevenção e tratamento para homens que fazem sexo com outros homens nesses países.
Estima-se que em 2009 cerca de 33,3 milhões de pessoas no mundo estivessem contaminadas com o vírus HIV, sendo 22,5 milhões na África Subsaariana. Há poucos dados publicados a respeito da epidemia no Oriente Médio e Norte da África.
"É como o buraco negro no mapa global do HIV, e isso desencadeou muitas polêmicas e debates em torno do status da epidemia", disse por telefone Ghina Mumtaz, uma das coordenadoras do estudo.
Segundo ela, fazendo uma busca mais apurada foi possível encontrar os dados necessários, mesmo que coletados por entidades diversas e não divulgados ao público.
As conclusões, segundo os pesquisadores, foram preocupantes, mas não surpreendentes. Uma delas foi a de que em 2008 a transmissão do vírus por sexo anal entre homens representou mais de um quarto dos casos notificados em vários países da região.
"Em todo o mundo há na verdade epidemias emergentes entre homens que fazem sexo com homens, e essa região não é exceção", disse Laith Abu-Raddad, o outro coordenador do estudo.
Ele acrescentou que a melhora nos exames, na vigilância e no acesso ao tratamento ajudaria a limitar a epidemia e a evitar que ela atingisse outros grupos, como mulheres e homens heterossexuais. Salientou que isso não exigiria manifestações públicas desconfortáveis por parte dos governos.
"Os homens que fazem sexo com homens são ainda uma população altamente escondida na região, e há um estigma em torno desse comportamento, mas alguns países têm sido capazes de encontrar formas criativas de lidar com o problema, e ao mesmo tempo evitar sensibilidades sociais, culturais e políticas", disse Mumtaz, citando iniciativas em Marrocos, Líbano e Paquistão.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/08/02/epidemia-de-aids-avanca-no-oriente-medio-norte-da-africa-925048328.asp#ixzz1aqTjIUwA
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Notícias Geografia Hoje



Epidemia de Aids avança no Oriente Médio e Norte da África
Reuters/Brasil Online

Por Kate Kelland

LONDRES (Reuters) - A epidemia de HIV/Aids tem avançado entre homens homossexuais e bissexuais no Oriente Médio e Norte da África, disseram pesquisadores na terça-feira, alertando contra a disseminação dos comportamentos de risco na região.

No primeiro estudo do gênero nessa área, onde a homossexualidade e a bissexualidade são tabus, pesquisadores da Faculdade de Medicina Weill Cornell, do Catar, notaram que a epidemia está fortemente concentrada em determinados grupos -com incidência superior a 5 por cento- em países como Egito, Sudão, Paquistão e Tunísia.

Numa amostra no Paquistão, a contaminação pelo vírus da Aids chegava a 28 por cento, de acordo com o estudo publicado na revista Public Library of Science (PLoS) Medicine.

Os pesquisadores salientaram a necessidade de maior acesso a exames, prevenção e tratamento para homens que fazem sexo com outros homens nesses países.

Estima-se que em 2009 cerca de 33,3 milhões de pessoas no mundo estivessem contaminadas com o vírus HIV, sendo 22,5 milhões na África Subsaariana. Há poucos dados publicados a respeito da epidemia no Oriente Médio e Norte da África.

"É como o buraco negro no mapa global do HIV, e isso desencadeou muitas polêmicas e debates em torno do status da epidemia", disse por telefone Ghina Mumtaz, uma das coordenadoras do estudo.

Segundo ela, fazendo uma busca mais apurada foi possível encontrar os dados necessários, mesmo que coletados por entidades diversas e não divulgados ao público.

As conclusões, segundo os pesquisadores, foram preocupantes, mas não surpreendentes. Uma delas foi a de que em 2008 a transmissão do vírus por sexo anal entre homens representou mais de um quarto dos casos notificados em vários países da região.

"Em todo o mundo há na verdade epidemias emergentes entre homens que fazem sexo com homens, e essa região não é exceção", disse Laith Abu-Raddad, o outro coordenador do estudo.

Ele acrescentou que a melhora nos exames, na vigilância e no acesso ao tratamento ajudaria a limitar a epidemia e a evitar que ela atingisse outros grupos, como mulheres e homens heterossexuais. Salientou que isso não exigiria manifestações públicas desconfortáveis por parte dos governos.

"Os homens que fazem sexo com homens são ainda uma população altamente escondida na região, e há um estigma em torno desse comportamento, mas alguns países têm sido capazes de encontrar formas criativas de lidar com o problema, e ao mesmo tempo evitar sensibilidades sociais, culturais e políticas", disse Mumtaz, citando iniciativas em Marrocos, Líbano e Paquistão.
Jornal o Globo

Notícias Geografia Hoje


Aids ainda cresce na China e na Indonésia mas já melhora na África, diz relatório da ONU
Publicada em 29/07/2008
O Globo
RIO - O número de novos casos de contaminação pelo vírus HIV caiu ligeiramente no mundo, em 2007, de acordo com um relatório divulgado nesta terça-feira pelo Programa das Nações Unidas para HIV e AIDS (Unaids). Pelo segundo ano consecutivo, caiu também o número de mortos pela epidemia: dois milhões de pessoas em todo o planeta. Mas a notícia ainda está longe de ser considerada boa. De acordo com o órgão, é preciso intensificar a luta contra a epidemia, que atinge 33 milhões de pessoas em todo o mundo - sendo dois milhões de crianças com menos de 15 anos.

" Os avanços distribuem-se de forma desigual, e o futuro da epidemia continua a ser incerto "

Segundo estimativa feita pelo órgão, 2,7 milhões de novos casos da doença surgiram no planeta, o equivalente a quase 7.400 novas infecções por dia. A África subsaariana ainda é, de longe, o maior foco de infecção do planeta com 67% dos casos e 72% das mortes provocadas pela doença. Mas o números melhoraram ligeiramente na região, ondem vivem 90% das crianças contaminadas pelo HIV em todo o mundo.

"Um aumento de seis vezes no montante gasto com os programa de combate ao HIV em países de baixa e média renda, entre 2001 e 2007, começa a render frutos", afirmou o relatório. "Os avanços, no entanto, distribuem-se de forma desigual, e o futuro da epidemia continua a ser incerto, chamando atenção para a necessidade de intensificar as ações para avançar rumo ao acesso universal à prevenção, ao tratamento, ao cuidado e ao apoio quando se trata do HIV", disse o documento, lançado antes de uma conferência internacional sobre a Aids a ser realizada na próxima semana, no México.

Mas a Aids ainda cresce em países como a China, a Indonésia, o Quênia, Moçambique, Papua Nova Guiné, a Rússia, a Ucrânia e o Vietnã. As contaminações pelo HIV também estão aumentando em países como a Alemanha, a Grã-Bretanha e a Austrália.

"Os avanços na preservação de vidas ao evitar novas contaminações e fornecer tratamento para os portadores do HIV devem ser mantidos no longo prazo", disse em um comunicado o diretor-executivo do Unaids, Peter Piot. "Os ganhos de curto prazo devem servir de plataforma para revigorar os esforços que combinam prevenção e tratamento e não para alimentar qualquer tipo de complacência."

O relatório veio a público cinco dias depois de o Congresso dos EUA ter aprovado uma grande ampliação do programa de combate à Aids e a outras doenças na África e em outras partes do mundo. A medida agora precisa ser sancionada pelo presidente americano, George W. Bush.

" O aumento no montante gasto com os programa de combate ao HIV em países de baixa e média renda, entre 2001 e 2007, começa a render frutos "
Na América Latina, a estimativa do órgão é de que 140 mil novos casos de infecções com o vírus surgiram no ano passado, elevando a 1,7 milhão o número de soropositivos no subcontinente. Cerca de 63 mil pessoas morreram por doenças decorrentes da Aids no ano passado, na região, onde a transmissão do vírus ocorre principalmente em homens que fazem sexo com outros homens, garotos e garotas de programa e (em menor extensão) usuários de drogas injetáveis.

No Brasil, falta de prevenção e tratamento na Amazônia e no sertão
Na divulgação do relatório, o Ministério da Saúde estimou que 600 mil pessoas viviam com HIV no Brasil em 2007, das quais 180 mil já desenvolveram os sintomas e estão em tratamento com remédios anti-retrovirais. O Brasil registra 30 mil novos casos por ano, sendo cerca de um terço deles na população de 15 a 24 anos. Por ano, morrem 11 mil pessoas no país em decorrência da doença. A incidência da doença é estável no Brasil nesta década. A taxa de novas infecções pelo HIV caiu em vários países, mas essa queda foi contrabalançada globalmente pelo crescimento de novas infecções em outras regiões.

O coordenador do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, disse que há avanços na situação mundial, mas enfatizou que é preciso garantir o acesso universal dos portadores do HIV a tratamento, assim como oferecer testes em larga escala. Ele disse que o uso de preservativos é a melhor saída para prevenir a doença e acrescentou que o Brasil serve de exemplo para o mundo.

Dois terços das pessoas com HIV no mundo vivem na África Subsaariana. As mulheres representam metade de todas as infecções no mundo. Em 2007, 370 mil crianças contraíram o vírus, grande parte ao nascer, por causa da chamada transmissão vertical.

O diretor-adjunto do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, Eduardo Luiz Barbosa, disse que é preciso reforçar a oferta de testes de prevenção e tratamento na Amazônia e no sertão nordestino. Ele afirmou também que o país precisa lutar contra o preconceito para garantir que a população infectada procure os centros de saúde.


Número total de infectados por região:

África subsaariana : 22 milhões


Africa do Norte e Oriente Médio : 380 mil (sendo 320 mil só no Sudão)


Ásia do Sul e do Sudeste : 4,2 milhões


Ásia do leste : 740 mil


América Latina : 1,7 milhão


Caribe : 230 mil


América do Norte : 1,2 milhão


Europa Ocidental e Central : 730 mil


Europa Oriental e Ásia Central : 1,5 milhão


Oceânia : 74 mil


Novas infecções pelo HIV em 2007:

África subsaariana : 1,9 millhão


África do Norte e Oriente Médio : 40 mil


Ásia do Sul e do Sudeste : 330 mil


Ásia do Leste : 52 mil


América Latina : 140 mil


Caribe : 20 mil


América do Norte : 54 mil


Europa Ocidental e Central : 27 mil


Europa Oriental e Ásia Central : 110 mil


Oceânia : 13 mil

domingo, 26 de julho de 2009

Vivendo com AIDS

Google tradutor
Gideon Mendel

Encontrar Esperança
Fotografia por Gideon Mendel

"Com a ajuda dessa medicação, estou indo para viver uma vida longa", diz Bavuyise Mbebe, que prepara a sua primeira dose de medicamentos ARV. Bavuyise, 31, voluntários em uma das clínicas de Lusikisiki, incentivando as pessoas a obter testadas para o HIV. "É importante para ensinar a nossa comunidade que aprender o seu estado HIV não significa que você vai morrer agora. Pode realmente ajudá-lo a viver mais tempo", diz ele. Cerca de um milhar de residentes agora testado cada mês.

Fotografia por Gideon Mendel

Quinze anos de idade Nomfumaneko Yako partes uma sala com alguns dos animais da sua família. Frágeis de sua luta com o HIV, Nomfumaneko iniciou terapia ARV, mas morreu poucas semanas após ter iniciado o seu tratamento. "Tínhamos esperança de que ela iria viver muito, desde que ela foi dada a nova pílulas", diz sua tia. "Ela era uma bela criança."
Fotografia por Gideon Mendel

"Meu sonho é voltar para a escola e aprender a ser um professor ou aderir à polícia", diz Nomphilo Mazuza, um emaciado 25 anos, mãe de dois, cujo corpo foi fustigada por doenças relacionadas com a SIDA. Conforme sua capacidade para defender fora doenças enfraquecida, Nomphilo começaram o tratamento ARV. "Minha esperança é que o remédio vai me ajudar a ser a Nomphilo eu era antes", diz ela.

Fotografia por Gideon Mendel

Com a sua avó por seu lado, sete anos de idade Zamokuhle Mdingwe cabeça de um Dia Mundial da SIDA cerimônia vestindo uma T-shirt concebida para reduzir o estigma associado com o HIV. Zamokuhle perdido sua mãe para a AIDS, mas sua saúde melhorou desde que ele começou a tomar medicamentos ARV no ano passado. "Eu falo para meus amigos sobre a tomar estas pílulas, e eles estão felizes em ver-me mais forte", diz ele. "Eles sabem que eu tenho AIDS, e toda a gente é amável comigo. Eu sou apenas o mesmo que qualquer outra pessoa."


Nutrir a Próxima Geração
Fotografia por Gideon Mendel

A fé no futuro de seus filhos, nenhum dos quais contribui para sustentar o HIV-Nozamile, tal como os medicamentos ARV ela tem para combater o HIV. Cerca de 800 pessoas em Lusikisiki foram tratados com ARV nos últimos dois anos, desafiando a idéia de que a terapia é muito caro e complicado para trabalhar em áreas remotas e pobres da África.

Fotografia por Gideon Mendel

Transportar o caçula de seus quatro filhos, 22-year-old Nozamile Ndarah recolhe madeira para fazer o fogo na manhã remota região Sul Africano de Lusikisiki. Nozamile tem HIV e cuida de seus filhos sozinhos, enquanto seu marido, que também é HIV positivo, trabalha em uma mina de ouro longe de casa. Mais de 26 milhões de pessoas vivem com o HIV na África sub-saariana, mais do que qualquer outra região do mundo. Na África do Sul, sozinha, milhares de pessoas morrem diariamente de HIV / SIDA. Para ajudar as vítimas da pandemia, Médecins Sans Frontières e da Fundação Nelson Mandela lançou um anti-retroviral (ARV) tratamento Lusikisiki no programa em 2003.
National Geographic

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